sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Ano do Jubileu–Palavra Pastoral do boletim em 30.08.09

Ano do Jubileu ( parte I )

A prática cristã do Jubileu tem a sua origem no Antigo Testamento e continua ao longo da História da Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo como um memorial de libertação.

No Ano do Jubileu, todos os servos ou escravos estavam em condições de obter a sua liberdade (Lv 25.39-46; Jr 34.8-14). O Ano do Jubileu é o ano de proclamar liberdade na terra a todos os seus moradores.
O Ano do Jubileu era o tempo em que as Trombetas soavam, escravos diziam “adeus” para os seus senhores, portas de prisões se abriam, e os presos cantavam e riam enquanto abandonavam as prisões. Homens idosos haviam esperado 50 anos que esse dia chegasse, e jovens nunca haviam visto um dia assim.

O Ano do Jubileu  tem um significado espiritual, e apresenta à humanidade a esperança de que Deus estabeleceu um Dia quando toda escravidão cessará, e tudo o que Deus deu à humanidade no princípio será restaurado. É a ocasião quando todas as dívidas são pagas, todos os escravos são libertados, e todas as propriedades restauradas aos seus legítimos possuidores.
No princípio, Deus colocou o ser humano com domínio sobre todas as obras das suas mãos.  Quando veio o pecado, tudo isso mudou, e o ser humano  tornou-se escravo, ganhando a vida com o suor do rosto. Mas Deus deu uma promessa de restauração, de vitória sobre Satanás (Rm 16:20). Certamente o ser humano voltará à sua possessão original. Tudo o que se perdera na queda, será restaurado (Atos 3:21).
Jesus disse que o Pai o enviara com a unção de abrir as portas da prisão e libertar os cativos (Is 61:1, Lc 4:18). É claro que Ele estava referindo-se ao Ano do Jubileu. Jesus Cristo é o nosso  Jubileu. Nele há liberdade,  vida  e restauração, (Sl 102:19-20). Jesus  veio e nos libertou,  pagou as nossas dívidas. Este foi o propósito da Sua vinda, e este é o poder da Sua ressurreição.

Creia nisso! Um abraço dos seus pastores Eliezer e Núbia

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